Saúde, bem-estar, alimentação e actividade física são as componentes desta formação.
Stayin’ Alive é um curso de 9 horas, constituido por 3 workshops integrados de 3 horas cada.

Podemos ir ao médico (e devemos), podemos ir ao nutricionista (e devemos), podemos contratar um personal trainer (se o puder fazer, óptimo), mas ainda assim, parece faltar à maioria das pessoas uma visão integrada destas e outras matérias, num plano de estilo de vida que seja sustentável, possível e fácil de implementar. Se tem peso a mais ou ligeira obesidade mas não lhe apetece fazer grandes restrições alimentares nem ter que ir ao ginásio todos os dias, este curso tem tudo aquilo que precisa saber.
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music Stayin’ Alive
No 1º workshop da série abordamos as causas dos princiais problemas de saúde com origem na alimentação e na falta de actividade física. Vamos saber como as nossas escolhas como consumidores, influenciam a nossa saúde, a produção agricola e a ética da produção/criação animal. Detemo-nos sobre a eficácia do exercício e da dieta, e a sua relação com a idade. Princípios de saúde e bem-estar
  1. O que é saúde?
  2. Doenças da civilização com origem na alimentação e sedentarismo
  3. O ar que respiramos
O que andamos a comer
  1. Alimentação e globalização
  2.  Obesidade
  3. Alimentos biológicos e processados
  4. Aprender a ler rótulos
  5. O açúcar escondido nos alimentos
  6. Alimentos com quilómetros
  7. Vegetais frescos e congelados
  8. Bioética e consumo de carne
O que podemos praticar
  1. Exercício ou dieta?
  2. Actividade física, exercício e desporto
  3. Banho de floresta
  4. Monitorizar a sua actividade diária
Prática de ginástica laboral
  1. Importância das pausas activas no trabalho
  2. Exercícios de compensação e prevenção de dores corporais
  3. ErgoGym: o método de ginástica laboral

Neste 2º workshop vamos conhecer os exercícios mínimos para a manutenção da saúde e bem-estar. Estes exercícios podem ser realizados em casa, ao ar livre ou num ginásio e ocupam pouco tempo do seu dia, mas fazem toda a diferença. Vamos aprender a escolher os alimentos mais saudáveis e a cozinhá-los de modo a conservar as suas propriedades. Aula prática ginástica funcional
  1. O que é, benefícios e erros comuns
  2. Conceito de performance ocupacional
  3. Planeamento: como, quando e que exercícios
Aula prática HIIT- Treino intervalado alta intensidade
  1. O que é benefícios e erros comuns
  2. Exercícios e técnicas de execução
  3. Prescrição e prática de TABATA
Alimentação e culinária
  1. Princípios de alimentação saudável
  2. Cozinhar ou não cozinhar?
  3. Alimentos que pode consumir diariamente
  4. Cru, a vapor e no wook
  5. Como escolher e usar as boas gorduras
  6. Tipos de sal e contaminantes
  7. Hidratos de carbono de melhor qualidade

O regime alimentar e o estilo de vida podem ser mantidos durante toda a vida: uma dieta não. Neste 3º e último workshop analisamos porque não funcionam a maioria das dietas, conhecer a armadilha dos alimentos light e as vantagens de uma alimentação baixa em hidratos de carbono. Vamos aprender como integrar a actividade física nas deslocações diárias. Abordamos o conceito e a relação entre o minimalismo e a saúde. Por fim, o melhor do yoga, mesmo para quem nunca pensou praticar. Dieta e regime alimentar
  1. Tipos de dieta
  2. Fontes de energia
  3. Insustentabilidade da dieta / hormona da saciedade e insulina
  4. Limite da teoria das calorias in/out
  5. Restrição calórica
  6. LCHF - Low Carb Healthy Fat
  7. Jejum intermitente
  8. Hidratação
Mobilidade sustentável
  1. Andar a pé
  2. De bicicleta: minha ou partilhada
  3. Transporte público
  4. Banho de floresta
Introdução ao minimalismo Prática de Yoga

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Objectivos do curso
Ajudar a tomar boas decisões sobre regime alimentar e modelos de actividade física.

Destinatários
O curso destina-se particularmente a quem não é desportista habitual e quer perder peso, adoptando um regime acessível de exercício físico e alimentação saudável.

Datas, horário e local
O próximo curso inicia com o 1º workshop a 10 de Fevereiro 2018; 2º workshop em 24 de Fevereiro; 3º workshop em 10 de Março.
As sessões realizam-se aos sábados das 14h30 às 18h00, nas instalações do Consultório do Treino na Rua Martins Barata 6B – Belém, Lisboa.

Inscrições
A inscrição é válida após pagamento e pode ser feita aqui até 3 de fevereiro.

Área reservada para formandos
Ao longo do curso e após os formandos terão acesso à área reservada onde podem aceder a informação sistematizada e seleccionada sobre cada um dos temas abordados. Nele podem encontrar vídeos com exercícios, entrevistas e bibliografia entre outros recursos.

Formadores

Fernanda Marta

Licenciada Educação Física Ramo Ergonomia, Formadora, Professora e Treinadora de Ginástica

Luís Escudeiro

Licenciado em Filosofia, pós-graduação em Bioética +info

 

 


FAQ (perguntas frequentes)

O sistema imunitário fica desorientado, atacando o próprio corpo e os órgãos que deveria proteger. Os cientistas não compreendem ainda totalmente o sistema imunitário e o que leva o nosso organismo a produzir um ataque contra si próprio. Normalmente o sistema imunitário protege o nosso corpo dos microorganismos externos. Fá-lo produzindo anticorpos que são proteínas especiais que reconhecem e destroem os invasores.
É a concentração de glicose no sangue. Aqueles que não têm diabetes, devem ter os valores de glicose no sangue entre 80 e 110 mg/dl, antes das refeições, e entre 110 e 140 mg/dl, depois das refeições.
O glúten é uma proteína encontrada nos cereais como trigo, centeio e cevada. A ingestão de alimentos com esses cereais faz mal para quem tem intolerância ao glúten, como os doentes celíacos, pois eles não conseguem digerir bem essa proteína e, por isso, quando consomem alimentos com glúten ficam com sintomas como diarreia, dor e inchaço abdominal.
A glicose é um dos principais produtos da fotossíntese. Constitui a forma principal sob a qual os açúcares podem ser utilizados pelo organismo. No metabolismo, a glicose é uma das principais fontes de energia e fornece 4 calorias de energia por grama. A sua concentração no sangue é a glicemia.
Também designados por carboidratos, glicídios ou glucídios. São compostos orgânicos constituídos por carbono, hidrogênio e oxigênio. Nas plantas, o carboidrato é armazenado como amido e nos animais é armazenado no fígado e nos músculos como glicogénio. Os hidratos de carbono simples são compostos por cadeias muito pequenas que rapidamente são absorvidas. Os hidratos de carbono simples também são conhecidos como açúcares e existem de forma natural em muitos alimentos: a lactose presente no leite ou a frutose presente na fruta são alguns exemplos. Os hidratos de carbono complexos são compostos por cadeias mais longas, que necessitam de um maior tempo para serem digeridos e absorvidos, satisfazendo o organismo de forma prolongada. O amido é um hidrato de carbono complexo, e está presente nas leguminosas, massas, arroz, pão, batata entre outros.
Representa apenas 1% da massa total do encéfalo, sendo um órgão muito pequeno do tamanho de uma amêndoa, mas de importância indiscutível. Está relacionado com a regulação da temperatura do corpo, com o apetite, a actividade gastrointestinal, a regulação hídrica, a actividade sexual e as emoções.
A insulina é uma hormona produzida no pâncreas e que funciona através do sangue como a chave que permite a entrada da glicose nas células.
Metabolismo basal é a quantidade mínima de energia (calorias) necessária para manter as funções vitais do organismo em repouso. A taxa de metabolismo basal pode variar de acordo com o sexo, peso, altura, idade e nível de actividade física. A queda da taxa de metabolismo basal (TMB) com o avanço da idade decorre principalmente da diminuição da massa muscular. Por este motivo, a prática de actividades físicas pode auxiliar a manter ou aumentar a taxa de metabolismo basal.
aula de 10 a 20 minutos de exercícios de longamento ou mobilização músculo-articular realizada no próprio local de trabalho. Pode ter por objetivo preparar para o trabalho quando realizada antes do dia de trabalho, realizada durante pausas ativas a meio do periodo de trabalho e para compensar posturas e movimentos repetitivos do trabalho sendo realizada como compensação após o dia de trabalho.
A Organização Mundial da Saúde recomenda 8000 passos ou meia hora de caminhada em passo rápido. Para saber mais pode consultar este artigo: https://www.verywell.com/how-many-pedometer-steps-per-day-are-enough-3432827
consiste na prática de exercícios facilmente executados pelo nosso corpo como agachar, empurrar, puxar, girar, saltar e correr. São exercícios fácilmente transferidos para o nosso dia a dia. O objetivo desta aula é fortalecer os principais grupos musculares e queimar calorias, usando ou próprio peso do corpo ou com material acessível como bolas, bastões, bandas, bancos, escadas, cordas, fitas e assim desenvolver qualidades físicas como a coordenação, flexibilidade ativa, equilíbrio, força e aptidão cardiorespiratória. Em muitos casos é usado para a recuperação e prevenção de lesões. Fundamentalmente pretende-se tonificar e melhorar a mobilidade articular e a força em geral.
a corrida massificou-se nos últimos anos sendo atualmente a terceira forma de atividade física mais popular em portugal, o praticante médio corre 3 xs semana cerca de 3 a 5 horas. A caminhada diária recomendada é de 150 minutos por semana e a 1/2 maratona obriga a muito mais tempo e intensidade de esforço físico. Correr mais de 10 km exige treino adequado de preparação para o esforço. Mas na maioria dos casos os praticantes vão diretos de umas simples caminhadas para maratonas com os amigos pela motivação social e marketing deste desporto. Cuidados a ter com a sobrecarga dos músculos, tensões, ossos e cartilagens que não estão preparados para longas distâncias e a capacidade cardiorespiratória deve ser progressivamente adquirida. Ou seja faça caminhadas para começar a ser mais ativo mas se quer correr a sério mais de 10km arranje um treinador experiente.
Atividade física pode ser definida como qualquer tipo de movimento corporal, produzido pelos músculos esqueléticos, que resulta em gasto energético maior do que o dos níveis de repouso ( CASPERSEN et alii, 1985 ). Exercício físico é toda a actividade física planeada , estruturada e repetida segundo objectivos de melhoria ou manutenção do nível de condição física (CASPERSEN et alii, 1985 ). Desporto pode ser definido como um sistema organizado de prática corporal de relativa complexidade que envolve actividades de competição institucionalmente regulamentadas, que se fundamenta na superação de competidores ou de marcas e/ou resultados anteriormente estabelecidos pelo próprio desportista (GENERALITAT DE CATALUNYA, 1991 ). Existem desportos de recreação e os desportos de competição e alto rendimento.
Quem treina 1 x semana vai ter que exercitar o maior número de grupos musculares possível e trabalhar um alargado eque de qualidades físicas (resistência, flexibilidade, força, equilíbrio, coordenação,etc…) para ter “algum” resultado visível e significativo. O enorme período de tempo de recuperação entre treinos faz perder totalmente qualquer tipo de “ganho” de condição física. Treinar 2 x semana pode ajudar a manter algumas das qualidades físicas mas o ganho e a recuperação são mínimos e a muito longo prazo. Treinar 3 a 5 x semana, 30 a 45 minutos, exercícios de força e resistência é o plano de treino ideal, com recuperação de 24-48h entre treinos.
Praticar atividades físicas que envolvem muitos grupos musculares e usar peso acrescido ou aumentar a resistência ao movimento, ajuda a gastar mais calorias por minuto, logo ajuda a conseguir emagrecer se fizermos alimentação equilibrada. O exercício com intensidade muito baixa usa prioritáriamente a gordura mas por períodos de tempo muito longos para que seja desencadeada a sua degradação como fonte energética e trata-se de um processo que necessita de consumo regular de oxigénio. Grande parte da gordura do tecido adiposo (em oposição à gordura intramuscular, que é usada principalmente durante o exercício) é consumida nas horas após o exercício. A taxa de oxidação da gordura depois do exercício de alta intensidade é maior do que no exercício de baixa intensidade (Mulla et al., 2000; Phelain et al., 1997). Tanto o treino de força quanto o de resistência demonstraram diminuir a percentagem de gordura corporal.
As contracções musculares excêntricas, em que os músculos alongam na contração causam mais dor nos dias que seguem, do que as contrações isométricas (estáticas) concêntricas, em que os músculos encurtam para vencer a resistência. O ácido lático (lactato) acumulado nos músculos não é a razão da dôr porque ele é removido 30 a 60 minutos após o exercício. As dores musculares resultam de lesões mecânicas imediatas e lesões bioquímicas que ocorrem alguns dias após o treino (Faulkner et al., 1993). As dores aumentam durante as primeiras 24 horas, atingem o máximo após 48 horas e diminuem dentro de cinco a sete dias, dependendo da intensidade do esforço.
Não é possível decidir onde o nosso corpo oxida a gordura, nem podemos mudar a gordura no próprio músculo. Vamos gastando calorias, degradando gordura, ganhando massa muscular mas por todo o nosso corpo. Se já tivermos as nossas reservas de gordura localizada elas serão sempre as zonas do corpo onde se acumulam as nossas reservas pessoais de gordura.
Suar é tão simplesmente um mecanismo para baixar a temperatura do nosso corpo, de refrigerar o sistema em atividade intensiva. O suor excessivo pode ser consequência de roupa desadequada, temperatura ambiente demasiado aquecida ou a própria fisiologia individual da pessoa. Transpirar é apenas o nosso sistema de refrigeração natural a funcionar, por isso devemos beber água antes, durante e após a aula.